Luta na <i>Platex</i> pelo emprego
Mais de 170 trabalhadores da IFM-Platex deslocaram-se, segunda-feira, ao Ministério da Economia e ao Ministério do Trabalho para exigirem a intervenção do Estado, de forma a garantir a continuação da laboração, a manutenção dos postos de trabalho, dos salários e dos direitos adquiridos, uma auditoria às contas da empresa relativas a 2006 e 2007 e a fiscalização da aplicação do lay-off, que entrou em vigor naquele dia. Com o lay-off, os 226 trabalhadores ficaram a receber apenas metade do salário e a trabalhar meio mês, salientou, na acção, Aquilino Coelho, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Mármores, Madeiras e Cortiças do Sul.
Na véspera da deslocação a Lisboa, a administração pagou parte do salário de Abril, mas os trabalhadores ainda não sabem quando receberão pelo trabalho cumprido em Maio e os montantes em falta, ainda relativos ao mês anterior.
Também reivindicam a intervenção do Estado para que confirme e disponibilize a verba de cinco milhões de euros, solicitada pela empresa, para ultrapassar a situação. A este propósito,
a delegação sindical reuniu, no Ministério da Economia, com assessores do secretário de Estado e obteve a garantia de que será feita uma auditoria à empresa.
O Ministério do Trabalho comprometeu-se a solicitar uma fiscalização às condições do lay-off, através da Autoridade para as Condições de Trabalho.
Ao Largo de Camões deslocou-se também, em solidariedade, o secretário-geral da CGTP-IN, Manuel Carvalho da Silva, integrado numa delegação da central.
Os trabalhadores que não se deslocaram a Lisboa permaneceram em vigília diante da empresa. A vigilância permanente mantém-se desde dia 18, para impedir a saída de máquinas e de materiais. A administração alega não ter verba para pagar aos fornecedores, embora mantenha a carteira de encomendas.
Segundo o dirigente do mesmo sindicato, João Serpa, «esta situação foi provocada por actos de gestão de que os trabalhadores não têm qualquer responsabilidade».
Na véspera da deslocação a Lisboa, a administração pagou parte do salário de Abril, mas os trabalhadores ainda não sabem quando receberão pelo trabalho cumprido em Maio e os montantes em falta, ainda relativos ao mês anterior.
Também reivindicam a intervenção do Estado para que confirme e disponibilize a verba de cinco milhões de euros, solicitada pela empresa, para ultrapassar a situação. A este propósito,
a delegação sindical reuniu, no Ministério da Economia, com assessores do secretário de Estado e obteve a garantia de que será feita uma auditoria à empresa.
O Ministério do Trabalho comprometeu-se a solicitar uma fiscalização às condições do lay-off, através da Autoridade para as Condições de Trabalho.
Ao Largo de Camões deslocou-se também, em solidariedade, o secretário-geral da CGTP-IN, Manuel Carvalho da Silva, integrado numa delegação da central.
Os trabalhadores que não se deslocaram a Lisboa permaneceram em vigília diante da empresa. A vigilância permanente mantém-se desde dia 18, para impedir a saída de máquinas e de materiais. A administração alega não ter verba para pagar aos fornecedores, embora mantenha a carteira de encomendas.
Segundo o dirigente do mesmo sindicato, João Serpa, «esta situação foi provocada por actos de gestão de que os trabalhadores não têm qualquer responsabilidade».